Foto: Divulgação / SSP

Polícia Ambiental resgata 120 aves silvestres em Simões Filho

Cerca de 120 aves silvestres comercializadas ilegalmente em feira livre foram resgatadas no município de Simões Filho, em uma operação da Companhia Independente de Polícia de Proteção Ambiental (Coppa), no sábado (9).

A unidade mapeou pontos de venda dos animais e alcançou os responsáveis pela prática ilegal. Foram encontrados 46 canários da terra, 26 papas capins, 10 cardeais, seis chapéus de couro, cinco pássaros pretos, quatros sabiás, quatro pintalssilgo, três azulões, três tico-ticos, três bigodes, três colerinhos, três bicos de pimenta, dois sangues de boi, duas rolinhas e uma cuiubinha.

Além das aves, encaminhadas à Delegacia Territorial, os policiais também apreenderam gaiolas e caixas de transporte para os bichos.

Foto: Divulgação / Coppa

Cerca de 120 aves silvestres são apreendidas em feira de Simões Filho

A Companhia de Polícia de Proteção Ambiental (Coppa) apreendeu 120 aves silvestres em uma operação de combate ao tráfico e comércio ilegal de animais silvestres. Quatro homens foram presos na manhã deste sábado (9), na feira livre de Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador.

De acordo com a Coppa, entre as espécies apreendidas estão canário da terra, papa-capim, pássaro preto, cardeal, azulão, sangue de boi, sabiá, chapéu de couro, dentre outras.

“há duas semanas o setor de inteligência mapeou a ação dos infratores e, hoje, foi possível prendê-los logo após chegarem ao local, por volta das 7h30”, disse o comandante da Companhia de Polícia de Proteção Ambiental (Coppa), major Sérgio Dias.

O major Sérgio Dias sinalizou que um dos presos foi preso pela Coppa em 2015 pelo mesmo crime, mas responde em liberdade. “Por ser um crime de menor potencial ofensivo, essas pessoas são soltas e voltam a reincidir no crime”, explicou.

O major alerta ainda que “além de prejudicar o ecossistema, esse tipo de crime coloca em risco os seres humanos. Muitos animais silvestres são hospedeiros de vírus que causam doenças como a febre amarela, leishmaniose e toxoplasmose”, pontuou.

Novas operações são previstas em outras feiras de Salvador e região metropolitana.Todos os suspeitos, as aves e os materiais apreendidos na ação deste sábado foram levados à 22ª delegacia de Simões Filho.

Foto: Divulgação / PM

Seis homens são presos por crimes ambientais na Região Metropolitana

A Companhia de Polícia de Proteção Ambiental (Coppa) deteve seis homens e apreenderam quatro caçambas utilizadas na extração e no transporte irregular de minério (areia) em Jauá, no município de Camaçari, no período de 24 horas.

Segundo a polícia, em uma primeira ocorrência, uma barreira ambiental foi montada numa via de acesso de veículos na BA-099, no final da tarde de segunda-feira (28). A região foi escolhida em razão da proximidade com um local de dunas de areia, área de preservação permanente. Três caçambas foram paradas e fiscalizadas pela equipe da PM, sendo constatado o crime ambiental.

Os condutores dos veículos foram detidos e encaminhados, juntamente com as três caçambas, para a 26ª Delegacia Territorial.

Já no início da manhã desta terça-feira (29), PMs da unidade receberam uma denúncia de que outra caçamba estaria envolvida na extração ilegal de minério no mesmo local. Os homens foram imediatamente detidos e encaminhados, juntamente com o veículo, para a Polícia Federal, onde a ocorrência foi registrada.

Foto: Divulgação / SSP

PM liberta mais de 6 mil caranguejos de cativeiros ilegais em Camamu

A Polícia Militar libertou mais de 6 mil caranguejos que estavam sendo criados em cativeiros ilegais nas localidades de Ambar e Alcural, município de Camamu, após denúncia ao Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema).  

Segundo o Inema, os crustáceos estavam sendo mantidos em tanques e caixas localizados em imóveis que funcionavam como criadores ilegais. Diante da fiscalização, os proprietários dos locais não apresentaram a documentação necessária ao desempenho das atividades de criação em cativeiro e comercialização das espécies encontradas, sendo notificados pelo instituto.

Os 6 mil caranguejos uçás e os 150 guaiamuns foram apreendidos e libertados em seu habitat natural.

Foto: Reprodução / SSP

PMs resgatam 600 caranguejos pescados em período ilegal

A Polícia Militar devolveu 600 caranguejos para o habitat natural, no domingo (6), no povoado de Garapuá, pertencente a cidade de Cairu. Ação foi realizada por equipes da 33ª Companhia Independente da PM (CIPM/Valença).  

Os animais foram capturados em período de defeso da espécie, fase em que ocorre a reprodução, segundo o comandante da unidade, major Bruno Czekus Soares. “Chegou uma denúncia de que algumas pessoas tinham realizado a pesca no período proibido. Quando chegamos no local indicado, os suspeitos fugiram, mas deixaram os animais”, explicou o oficial.

O resgate dos caranguejos foi realizado por policiais da unidade que faziam o policiamento ostensivo durante a Operação Verão.

Foto: Divulgação / SSP

Jacaré com ferimento na boca é resgatado na cidade de Mulungu do Morro

Um jacaré-coroa, com ferimento na boca, foi resgatado na cidade de Mulungu do Morro, na manhã de quarta-feira (3), por equipes da Companhia Independente de Polícia de Proteção Ambiental (Cippa). As equipes chegaram até o local, após serem acionadas pela Secretaria de Meio Ambiente do município.

O animal foi encontrado no povoado de Cainana, segundo a comandante da unidade, major Sheila Karina. “Ainda não sabemos a causa do ferimento. O importante é que ele teve um resgate tranquilo, com o uso da técnica e ferramentas adequadas”, disse a oficial.

O réptil foi encaminhado para o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) de Seabra, para posteriormente ser levado para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), em Cruz das Almas.

Foto: Divulgação / SSP

Após denúncia, oitenta e seis aves silvestres são resgatadas na Chapada Diamantina

Durante ronda rural e após denúncia, cerca de 86 aves e 79 gaiolas foram apreendidas por equipes da Companhia Independente de Polícia de Proteção Ambiental (Cippa) de Lençóis. As ações ocorreram nas cidades de Marcionilio Souza e Itaetê, na região de Chapada Diamantina, sexta-feira (28).

De acordo com a Cippa, o primeiro resgate ocorreu um patrulhamento ambiental, no povoado Rancho Nevada, em Marcionílio Souza. No percurso, uma guarnição avistou numa residência, 86 aves e 79 gaiolas.

A proprietária do imóvel, informou que os pássaros pertenciam ao seu marido, que não se encontrava em casa. A mulher foi conduzida junto com as aves e gaiolas para a Delegacia Territorial (DT) de Iramaia.

Já no povoado Quilombola de Moçambique, em Itaetê, um homem de 56 anos entrou em contato com a unidade e contou que criava pássaros. Os policiais foram até o local eles encontraram 11 aves que, posteriormente, foram soltas na natureza pelos militares.

Foto: Divulgação / Polícia Ambiental

Fornos ilegais são destruídos na Chapada Diamantina

Em uma ação que reuniu a Polícia Ambiental e técnicos do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) na zona rural de Utinga, na região da Chapada Diamantina, foram destruídos seis fornos utilizados para a produção ilegal de carvão e pelo menos 15 metros de madeira nativa, já cortada em forma de lenha.

A operação também fiscalizou terrenos nas cidades de Bonito e Wagner, vizinhas ao local onde houve a apreensão, no flagrante que ocorreu na sexta-feira (7).

Segundo a Polícia Ambiental, outros 380 sacos e 16 m³ de carvão já produzidos estavam escondidos embaixo de uma lona. Os técnicos calculam que, com a ação criminosa, mais de 16 hectares de Mata Atlântica foram devastados na região para a produção ilegal do material.

Foto: Divulgação / SSP

Jacaré encontrado em quintal é resgatado por bombeiros em Paulo Afonso

Um jacaré medindo cerca de 1,5 metro, foi resgatado e devolvido para seu habitat natural por equipes do Corpo de Bombeiros, nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira (5). O caso ocorreu na cidade de Paulo Afonso.

O soldado BM Juliano Alves, lotado na unidade, disse que os moradores da Fazenda Boa Esperança se assustaram com a presença do animal no quintal da residência e rapidamente acionaram as equipes através do número 193.

“O Centro Integrado de Comunicações (Cicom) nos informou da ocorrência e rapidamente pegamos os materiais e fomos capturar o animal. Para esse resgate nós usamos o laço de lutz, que prende a boca no bicho, facilitando a apreensão”, disse.

Após ser capturado, o animal foi solto nas proximidades da Companhia Hidrelétrica do São Francisco, naquele município.

Foto: Divulgação / Sema

Sema realiza diagnóstico da situação das praias de Salvador

O monitoramento e coleta de resíduos sólidos iniciou no sábado (27), em três praias de Salvador, através da Secretaria do Meio Ambiente (Sema), em parceria com a ONG Rede Viva Mar Vivo, com o intuito de levantar as condições atuais do ambiente marinho.

A ação ocorreu na praia de Canta Galo, no bairro da Calçada, e continua no próximo fim de semana, nas praias de Amaralina (4) e Jaguaribe (5).

Após essas atividades, será elaborado um diagnóstico da situação de cada praia, com informações sobre os resíduos coletados, perfis dos frequentadores e entrevistas com os locais para entender o ciclo do lixo na praia e possíveis indicações de melhorias para educação ambiental e resolução de conflitos.

O superintendente de Políticas e Planejamento Ambiental da Sema, Tiago Porto disse que uma das motivações do diagnóstico é gerar reflexão entre os banhistas e comerciantes sobre a importância da sociedade se responsabilizar pelo lixo que produz. “A ausência de lixeiras públicas nas praias não pode ser uma justificativa para o descarte inadequado do resíduo. Se somos capazes de trazer os resíduos, temos que ter a obrigação de retirá-los e despejá-los em locais adequados. A questão dos resíduos nas praias é responsabilidade do município pela coleta e limpeza urbana, então vamos fazer esse diálogo com o município para ter uma repercussão positiva a partir desse diagnóstico”.

O diretor da ONG Redemar, William Freitas, afirmou que “uma particularidade observada na praia do Canta Galo é que sua faixa de areia é muito curta, e quando a maré sobe o mar chega até a balaustrada, arrastando todos os resíduos sólidos deixados pelos frequentadores para o fundo do mar. A presença de comércio muito perto da faixa de areia também interfere na dinâmica da praia, aumentando o acúmulo de lixo. A pesca com rede de espera e uso de bomba, além da praia estar perto do terminal marítimo, são outros fatores que também geram conflito no ambiente marinho”.

Já o especialista em Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Sema, Rosalvo Junior, ressaltou a importância dessas ações nas praias de Salvador. “Além do levantamento dos dados e informações sobre como está a questão dos resíduos nas praias, esse é um processo de mobilização da sociedade, por intermédio da educação ambiental, no sentido de informar a sociedade de que a praia não é um local que você pode jogar lixo. Uma das formas que o Estado pode ajudar nesse trabalho é com a mobilização e implementação do planejamento das praias, seja no apoio na elaboração dos planos municipais de gerenciamento costeiro ou na execução da Política Estadual de Resíduos Sólidos”.

O diretor da ONG Redemar destacou ainda que é preciso pensar o uso das praias analisando os múltiplos usos, seja no aspecto dos banhistas, do comércio, dos pescadores, das atividades marítimas. “A economia da cidade gira em torno das praias, então quanto mais as praias estão saudáveis, mas a economia se desenvolve. Mas, para que a praia esteja saudável é preciso responsabilidade da sociedade. Se as praias não tiverem com um serviço bem-apresentado para os frequentadores e com condições de uso positivo, isso vai afetar diretamente a economia da cidade”, finalizou William.

Foto: Guarda Civil Municipal

Tartaruga encalhada é resgatada na praia de Piatã

Uma tartaruga marinha da espécie cabeçuda encalhou e foi resgatada na praia de Piatã, em Salvador, na manhã deste sábado (27). O animal pesava mais de 60 quilos e foi encontrado por moradores da região, que acionaram a Guarda Civil Municipal.

Alguns banhistas se revezaram para manter o animal molhado, antes da chegada dos agentes. Os guardas municipais perceberam que a tartaruga apresentava dificuldades para respirar, fraqueza e sinais de debilidade. Com isso, eles encaminharam o animal para ser avaliado e tratada no Projeto Tamar, em Praia do Forte.

Segundo o Projeto Tamar, a situação da tartaruga é delicada e provavelmente chegou à superfície após ter tido contato com redes de pesca. Esta é a principal causa de encalhes e mortes de tartarugas marinhas no litoral brasileiro.

De janeiro a 25 de novembro deste ano foram registrados 616 encalhes de tartaruga, ao longo dos 241 km de orla monitorada pelo projeto, que vai de Salvador até a divisa com o estado de Sergipe, conforme o Projeto Tamar.

Foto: Divulgação / COP26

Bruno Reis apresenta ações de Salvador ao combate às mudanças climáticas na COP26

O prefeito Bruno Reis participou nesta terça-feira (2), de um dos painéis da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP 26), que ocorre em Glasgow, na Escócia. As ações realizadas pela capital baiana nos últimos anos, referentes à preservação do meio ambiente e combate aos efeitos das mudanças climáticas, foram apresentadas pelo gestor municipal.

Os gestores de diversas cidades do mundo se reuniram para discutir o tema “As cidades da América Latina e Regiões do Caribe em direção ao financiamento, baixo carbono e desenvolvimento multinível resiliente”.

De acordo com o prefeito, a crise climática já é uma realidade em todo o mundo e os efeitos, como as altas temperaturas e o excesso de chuvas, se tornaram desafios diários para os gestores municipais. Preocupada com o cenário, a cidade foi uma das primeiras da América Latina a assinar o Pacto Global de Prefeitos pelo Clima e Energia, em 2017, promovido pela União Europeia na versão latino-americana.

As ações realizadas para enfrentamento na capital baiana, envolvem, principalmente, a elaboração do Plano de Ação Climática de Salvador, que deverá se tornar uma lei municipal. Financiado pelo BID e construído em parceria com instituições como o C40 e a GIZ, o plano possui uma série de eixos, com planejamento e metas, no sentido de reduzir os efeitos das mudanças no clima. Foram citadas, ainda, iniciativas como os programas Salvador Solar e Capital da Mata Atlântica, além da Estratégia de Resiliência de Salvador, dentre outras.

Bruno Reis declarou ainda que também tem outros projetos para tirar do papel. “Estamos aqui fazendo ainda uma articulação, com o objetivo de buscar recursos para que, em 2049, quando a cidade completar 500 anos, consiga zerar a emissão de carbono. Salvador está preocupada com o presente, mas enxergando lá na frente para ter um futuro melhor”, concluiu.