Foto : Divulgação / GOVSP

Governador de São Paulo diz que “CoronaVac será a vacina do Brasil” e agradece a Anvisa

O governador do Estado de São Paulo, João Doria (PSDB), agradeceu no Twitter na tarde deste sábado (24), à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pela liberação de importação da CoronaVac. “A CoronaVac será a vacina do Brasil”, escreveu o governador.

Durante a semana, o presidente da república e o Tucano discutiram sobre o imunizante chinês. Na quarta-feira (21), Bolsonaro desautorizou o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, de importar a vacina chinesa, decisão que ele já havia anunciado um dia antes.

“Agradeço a postura coerente e autônoma da Anvisa, ao liberar compra inicial de 6 milhões de doses da Coronavac. Reforçamos a importância da liberação de insumos para a produção das outras 40 milhões de doses. A Coronavac será produzida em SP, no Butantan. Será a vacina do Brasil”, disse o governador pelo Twitter.

Na sexta-feira (23), foi autorizada pela Anvisa, a pedido do Instituto Butantan, a importação de seis milhões de doses do imunizante produzida pelo laboratório chinês Sinovac.

Foto: Marcos Corrêa / PR

Bolsonaro diz que “mesmo que a vacina chinesa seja aprovada pela Anvisa” o governo não comprará o imunizante

O presidente Jair Bolsonaro disse na noite de quarta-feira (21) que independente de autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a Coronavac, vacina desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac Biotech contra a Covid-19 e testada no Brasil pelo Instituto Butantan, não será adquirida pelo governo federal.

O presidente alega que existe um “descrédito muito grande” em relação ao imunizante e sugeriu que não aceitará ser vacinado contra a doença. “A da China nós não compraremos, é decisão minha. Eu não acredito que ela transmita segurança suficiente para a população. Esse é o pensamento nosso. Tenho certeza que outras vacinas que estão em estudo poderão ser comprovadas cientificamente, não sei quando, pode durar anos”.

“A China, lamentavelmente, já existe um descrédito muito grande por parte da população, até porque, como muitos dizem, esse vírus teria nascido por lá”, ressaltou o chefe do executivo.

Após o Ministério da Saúde anunciar na manhã de ontem (21) que tem a intenção de adquirir 46 milhões de doses da Coronavac, vacina candidata contra Covid-19 do laboratório chinês Sinovac Biotech testada no Brasil pelo Instituto Butantan, Bolsonaro desautorizou o ministro Eduardo de comprar o imunizante pelo governo brasileiro.

Na entrevista a rádio Jovem Pan, ontem à noite, Jair Bolsonaro afirmou que Pazuello se “precipitou” ao assinar o protocolo de intenções para adquirir 46 milhões de doses da Coronavac. Disse ainda que deveria ter sido avisado antes da decisão ser tomada.

Foto: Reprodução / Redes sociais

ACM Neto demonstra a João Dória interesse de ter a vacina chinesa em Salvador

O prefeito ACM Neto (DEM) se reuniu nesta quarta-feira (14) com o governador de São Paulo, João Dória (PSDB), para tratar sobre a vacina da empresa chinesa Sinovac Biotech contra a covid-19, desenvolvida em parceria com o Instituto Butantan, em São Paulo. A expectativa do governo paulista é que a população comece a ser vacinada ainda em dezembro deste ano.

“Expressei ao governador João Dória o desejo que Salvador tem de participar desse movimento em parceria com o estado de São Paulo. Vim à capital paulista justamente para conhecer o estágio em que esse processo se encontra. Assim que houver o registro, queremos disponibilizar doses dessa vacina para os soteropolitanos rapidamente”, declarou ACM Neto.

De acordo com o governo de São Paulo, a vacina tem se mostrado segura até agora, sem registro de efeitos colaterais graves nos testes realizados, inclusive entre os idosos. ACM Neto tem dito que à capital baiana só voltará à normalidade quando a população for imunizada.

Foto: Reprodução / GOVBR

Bahia está em negociações com a Rússia em relação à vacina contra covid-19

O Governo da Bahia está em negociações com a Russia em relação à vacina que o país produz, a Sputinik V, contra a Covid-19, e assinou na semana passada, um memorando de entendimento, para que os testes da vacina sejam feitos em 500 pessoas na Bahia.

Nesta fase três de testes do imunizante, a previsão é que os voluntários baianos comecem a receber as doses em outubro deste ano. Duzentas e cinquenta pessoas receberão a vacina e as outras 250 o placebo.

Ao final dos testes, se a vacina for aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o estado da Bahia vai receber doses já prontas para a aplicação.

Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registradas 41 mortes, 2.398 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,9%) e 2.836 curados (+1,1%). Dos 268.137 casos confirmados desde o início da pandemia, 253.145 já são considerados curados e 9.402 encontram-se ativos. No estado, 23.823 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19, de acordo com o boletim desta sexta-feira (4) da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab).

Foto: Adenilson Nunes / GOVBA

Campanha de vacinação contra gripe termina na sexta-feira em Salvador

Nesta sexta-feira (28), termina o prazo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza em Salvador. Até lá, a população ainda pode se vacinar em todas as 142 salas de imunização da rede municipal, das 8h às 17h.

Segundo a gestão municipal, a estratégia alcançou a meta de 90% da população imunizada com mais de 831 mil doses aplicadas.

Além das salas que estão disponíveis na cidade para imunização, outros três pontos funcionam em sistema drive-thru: o Atacadão Atakarejo de Fazenda Coutos, o Outlet Center, no Uruguai e a Faculdade Bahiana de Medicina, no Cabula. O horário de funcionamento é das 8h às 14h.

Os pais devem dar um intervalo de 30 dias para a segunda dose do imunobiológico. A medida é exigida pelo esquema adotado para crianças de seis meses e menores de seis anos, que foram imunizadas pela primeira vez com a vacina influenza este ano.

Foto: Reprodução / Pfizer

Farmacêutica Pfizer diz que vacina da covid-19 pode ser autorizada em outubro

As farmacêuticas Pfizer e BioNTech planejam fornecer 100 milhões de doses da vacina contra a covid-19 em todo o mundo, em outubro deste ano. Para isso, as empresas buscam aprovação regulatória do imunizante. Já em 2021, a pretensão é produzir mais 1,3 bilhão de doses.

Dados adicionais foram compartilhados pela empresa, em comunicado a imprensa, sobre a segurança e a imunogenicidade de estudos da fase 1, em andamento nos Estados Unidos. Humanos vacinados pela candidata a vacina BNT162b2, mostraram respostas positivas de células T específicas para o vírus SARS-CoV-2.

A Pfizer ainda afirma que em todas as populações, a administração da vacina BNT162b2 foi bem tolerada, apenas com febre leve a moderada em menos de 20% dos participantes.

As ações da Pfizer subiram 0,75% nas negociações pré-mercado da bolsa de Nova York, após a divulgação dos dados.

Foto: Reprodução / GOV-BR

Em nova pesquisa da Datafolha, 89% dos brasileiros querem se vacinar contra covid-19, 9% não querem

Pesquisa Datafolha aponta que a grande maioria dos brasileiros pretende se vacinar contra o novo coronavírus assim que a vacina estiver disponível, mas segundo publicação da “Folha de S.Paulo” no final da noite deste sábado (15), há brasileiros que não querem ser imunizados.

Entre as perguntas realizadas do instituto aos entrevistados foi: Quando sair a vacina contra a Covid-19 você pretende se vacinar? Disseram sim, 89%, falaram não, 9% e não sabem, 3%.

A pesquisa Datafolha foi realizada em 11 e 12 de agosto, com 2.065 brasileiros adultos que possuem telefone celular em todas as regiões e estados do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Também foi perguntado: a vacina estará pronta em quanto tempo? Reponderam, no primeiro semestre de 2021, 46%, fim de 2021, 22%, neste ano, 25%, não sabe, 5% e não vai ter vacina, 0%.

Vale ressaltar, que de acordo com a organização Mundial da Saúde (OMS), as vacinas em desenvolvimento precisam passar por três fases de testes clínicos em humanos para serem disponibilizadas para a população.

Foto: Kremlin

Putin afirma que Rússia registrou a primeira vacina do mundo contra coronavírus

A primeira vacina do mundo contra a Covid-19 foi registrada pela Russia. É o que afirma o presidente russo Vladimir Putin, em anúncio feito nesta terça-feira (11). Putin anunciou em uma videoconferência exibida na TV realizada com integrantes do governo. “Sei que é bastante eficaz, que proporciona imunidade duradoura”.

De acordo com o ministro da Saúde Mikhail Murashko, a vacina mostrou resultados de eficácia e segurança. O registro nacional de medicamentos da pasta indica que o imunizante será distribuído no dia 1º de janeiro de 2021.

Já a Organização Mundial da Saúde (OMS), pediu que a Rússia seguisse “todos os estágios” do procedimento, sem pular etapas, em respeito às diretrizes estabelecidas.

Em meados de julho, o governo russo foi acusado de usar hackers para tentar roubar a pesquisa de uma vacina contra a doença, segundo os governos do Reino Unido, Estados Unidos e Canadá.

O governador da Bahia, Rui Costa (PT), que é presidente também do Consórcio Nordeste, manifestou interesse da Bahia e de outros estados da região na vacina e afirmou que se reuniu semanas atrás com o embaixador da Rússia.

A Bahia já está participando dos testes da vacina Pfizer, de uma empresa americana.

Foto:Marcello Casal Jr / Agência Brasil

Russia quer sair na frente na corrida das vacinas da covid-19

Uma vacina Russa contra a covid-19 poderá ser aprovada até o dia 10 de agosto. A medicação foi criada pelo Instituto Gameleya, onde os próprios cientistas estariam se voluntariando para testar a imunização.

De acordo com o diretor de um fundo soberano russo que está financiando a pesquisa da vacina, Kirill Dmitriev, o medicamento estaria na segunda fase de testes clínicos, e os pesquisadores almejam conduzir a terceira fase testando a vacinação nos profissionais da saúde.

Os próprios cientistas estariam se voluntariando para testar a imunização, e o diretor do projeto, Alexander Ginsburg, confirmou ter injetado a vacina em si mesmo. Segundo Kirill Dmitriev a velocidade da conclusão do medicamento tem como parâmetro o lançamento bem-sucedido do primeiro satélite do mundo pela União Soviética, em 1957.

Autoridades da Rússia disseram que o desenvolvimento está acelerado para proteger a população do país, uma vez que o número de transmissão já ultrapassou 800 mil casos confirmados.

Diversas vacinas estão em etapa de teste no mundo, porém poucas se encontram na fase de testes clínicos amplos. Grande parte dos desenvolvedores do medicamento alertaram que ainda há muito a ser feito até que se tenha uma vacina comprovadamente segura e eficaz.

Em Julho um relatório feito em conjunto pelo Reino Unido, Estados Unidos e Canadá acusavam a Rússia de usar hackers para invadirem centros de pesquisa da vacina. No mês de abril os EUA já haviam acusado a China de ter cometido os mesmo ataques cibernéticos.

Foto: ISPE / Moderna

Farmacêutica entra em estágio avançado de testes da vacina contra covid-19 nos EUA

Mais uma vacina contra a covid-19 está na terceira e última fase de testes. A Moderna, farmacêutica norte-americana, anunciou nesta segunda-feira (27) que está numa etapa mais avançada de estudos para validar nesta terceira fase de testes a sua candidata à vacina contra a doença.

Participarão da pesquisa e receberão a vacina, cerca de 30 mil adultos voluntários que não tiveram a doença respiratória causada pelo novo coronavírus. A pesquisa é apoiada pelo governo dos Estados Unidos.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), somente depois destas etapas, que uma vacina pode ou não ser licenciada e liberada para a comercialização. As vacinas nesta terceira fase de estudos no mundo são: Sinovac (China), Instituto Biológico de Wuhan / Sinopharm (China), Instituto Biológico de Pequim / Sinopharm (China), Oxford/AstraZeneca (Reino Unido) e Moderna / NIAID (EUA).

O projeto de vacina da Moderna está sendo apoiada pelo governo federal dos EUA com quase 1 bilhão de dólares.

Foto: Nailana Thiely / Ascom UEPA

Bahia participa de estudo de desenvolvimento de vacina contra coronavírus

Uma vacina contra o coronavírus iniciada pela multinacional Pfizer terá a Bahia como um dos centros de pesquisa na América Latina para o desenvolvimento da medicação, que será conduzida pelo médico e cientista Edson Moreira, do Hospital Santo Antônio das Obras Sociais de Irmã Dulce.

O governador Rui Costa (PT) falou nesta quarta-feira (22) no programa “Papo Correria” que neste momento serão ativadas as fases ‘placebo’ sem efeito farmacológico, administrada ao participante do ensaio clínico com a finalidade de mascaramento ou de ser comparador, e também em carga antiviral para posteriormente ativar a fase de testagem. “serão realizados 1000 testes, sendo 500 com placebo e 500 com carga antiviral, de modo a ativar a fase 3 de testagem”, explicou Rui.

O governador falou da importância da Bahia participar do cenário de estudos científicos para o combate ao novo coronavírus.  “É de interesse da gestão estadual inserir a Bahia nesse cenário de testes de vacina contra a Covid, sejam vacinas desenvolvidas por organismos públicos ou por laboratórios privados, como o da Pfizer”.

Com o apoio do Governo do Estado, o estudo será realizado por um convênio juntamente com a Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), com o custo de R$ 500 mil.

Mil voluntários baianos participarão nesta fase, podendo alcançar 5 mil pessoas no período de três meses. O estudo da farmacêutica Pfizer é uma parceria com a empresa alemã bioNTech, sobretudo que já obteve resultados positivos em testes com vacina que utiliza fragmento genético do vírus.     

Foto: Bernardo Portella / Fiocruz

Vacina britânica contra covid-19 pode ficar pronta em setembro

Uma vacina contra a Covid-19, que está sendo desenvolvida pela Universidade de Oxford, em parceria com a empresa farmacêutica Astrazeneca, na Inglaterra, poderá finalizar seus testes em humanos no mês de setembro, de acordo com estudos da especialista em desenvolvimento de vacinas contra influenza e patógenos virais emergentes, a cientista Sarah Gilbert.

O imunizante que conta com testes no Brasil, é o mais avançado em desenvolvimento no mundo, e depende agora do processo de fabricação e distribuição.

De acordo com a revista The Lancet a medicação está na terceira e última etapa de testes, onde tem cerca de 80% de eficácia na prevenção da forma grave da doença, e os resultados da primeira fase deverão ser divulgados oficialmente hoje (20). Segundo o presidente da AstraZeneca Brasil, Fraser Hall, o produto pode chegar ao país ainda este ano, sem prazo definido. Outras estimativas, entretanto, falam em primeiro trimestre de 2021.

Em meio à pandemia, a equipe de Oxford desenvolveu uma tecnologia que pode acelerar o processo, e a Astrazeneca planeja conseguir produzir mais de 2 bilhões de doses. O imunizante teria apresentado um resultado duplamente positivo: além de criar anticorpos contra o coronavírus, também induziu a produção de células T do sistema imunológico, que atuam no sistema de defesa do organismo.

Cerca de 50 mil pessoas participam dos testes da vacina de Oxford em todo o mundo, e 10% delas são no Brasil. Os testes acontecem em parceria com a Universidade Federal de São Paulo, Instituto D’Or e a Fundação Lemann.

Foto: Sumaia Villela / Agência Brasil

Vacina tem resultado positivo e farmacêutica espera produzir 100 milhões de doses

Na corrida global para encontrar uma imunização contra o novo coronavírus surge mais uma esperança com uma nova vacina para covid-19, desenvolvida pela empresa de biotecnologia BioNTech e pela farmacêutica Pfizer. A fase de testes em humanos teve bons resultados, de acordo com informações das empresas nesta quarta-feira (1º).

A farmacêutica afirmou que após 28 dias, os pacientes desenvolveram níveis mais altos de anticorpos para Covid-19 do que os normalmente observados em pessoas infectadas nos testes de duas dosagens da vacina “BNT162b1” em 24 voluntários saudáveis.

Já em doses mais altas administradas em duas injeções com diferença de três semanas, causou efeitos colaterais, seguida por uma febre curta em três dos quatro participantes após a segunda aplicação. Porém, neste inicio de testes, não há certeza que esse nível mais alto de anticorpos seja realmente capaz de gerar imunidade à doença.

A expectativa da companhia é produzir até 100 milhões de doses da vacina até o final deste ano e mais 1,2 bilhão até o final de 2021 se tudo ocorra bem nas próximas fases de testes nos Estados Unidos. As ações da Pfizer subiram mais de 4% na bolsa americana após o resultado positivo de testagem. Os resultados ainda não foram publicados em um jornal científico.

A vacina é uma das 17 testadas em seres humanos neste período de pandemia do novo coronavírus que já infectou 10,5 milhões de pessoas e matou mais de meio milhão até agora.

Foto: Tânia Rego / Agência Brasil

Brasil anuncia parceria com o Reino Unido para produzir vacina contra covid-19

O Brasil fechou acordo para a produção de cerca de 100 milhões de doses de vacina que está sendo testada para o tratamento da covid-19, em uma iniciativa conjunta da Universidade de Oxford e de um laboratório no Reino Unido e já está sendo testado no país por meio da aquisição de insumos e transferência de tecnologia para produção.

Após comprovação e eficácia deste tratamento, dois lotes, de 15,2 milhões de unidades cada, serão disponibilizados em dezembro de 2020 e janeiro de 2021, totalizando cerca de 30 milhões de doses, ao custo de US$ 127 milhões. Os primeiros lotes serão destinados aos grupos de risco, como idosos e pessoas com comorbidades, além de profissionais de saúde e trabalhadores da segurança pública.

O governo justificou a opção por assumir o risco da pesquisa, mesmo sem a comprovação da eficácia do medicamento. “O risco é necessário devido à urgência de busca de solução efetiva para as demandas de saúde pública. Consideramos um avanço para a tecnologia nacional e uma amostra do esforço do governo de encontrar soluções para a população brasileira”, disse o secretário executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco, em entrevista coletiva em Brasília.

O secretário de Vigilância em Saúde informou que não haverá aplicação da vacina, caso não seja comprovada a eficácia, mas que permanece a transferência de tecnologia prevista no acordo para continuar avaliando soluções de tratamento. O Brasil poderá ainda contar com mais 70 milhões de doses, por cerca de US$ 160 milhões.

Há 460 projetos de pesquisa aprovados sobre diferentes aspectos relacionados à covid-19, de tratamentos ao entendimento da doença. Há também 114 ensaios clínicos e 44.262 participantes dessas iniciativas, segundo o Ministério da Saúde.

Os testes da vacina ChAdOx1 nCoV-19 no Brasil foram anunciados no início do mês e deverão contar, de acordo com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), com 2 mil voluntários em São Paulo e com 1 mil no Rio de Janeiro, onde serão realizados pela Rede D’Or.