Foto: Manuel da Cruz Albaladejo / Instituto Argonauta

Pesquisadores flagram grupo de orcas em Ilhabela, litoral norte de São Paulo

Pesquisadores avistaram um grupo de dez orcas na quinta-feira (12) na região da Ponta do Boi, em Ilhabela, no litoral norte de São Paulo.

Segundo o Instituto Argonauta, as orcas estavam espalhadas no mar, no local que foram avistadas e apareceram aos poucos na superfície.

A equipe do instituto identificou cinco machos e quatro fêmeas, além de um filhote que também estava com o grupo.

A Orca é o membro da família dos golfinhos de maior porte e é um superpredador. Alimenta-se de peixes, moluscos, aves, tartarugas, focas e tubarões. Quando estão em grupo podem caçar animais maiores, como baleias. O animal é encontrado em todos os oceanos e pode chegar a pesar nove toneladas.

Grupo de orcas em Ilhabela. Foto: Manuel da Cruz Albaladejo / Instituto Argonauta
Foto: Divulgação / (A)mar

Morre tartaruga gigante em extinção que encalhou em praias do sul da Bahia

A tartaruga-de-couro que tinha sido levada para a sede do Projeto Tamar, em Mata de São João, no sábado (24), para receber os cuidados para a sua reabilitação, não resistiu e morreu.

O animal encalhou em uma praia de Ilhéus no último dia 15 e segundo o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), estava bastante debilitado, inclusive, com uma das nadadeiras amputadas, mas foi tomada uma série de medidas para tentar salvá-lo.

A espécie, também conhecida como tartaruga gigante, está ameaçada de extinção, era uma fêmea adulta com cerca de 2 metros e 300 kg, e tinha recebido o apelido de “Esperança” pelos ambientalistas.

Foto: Divulgação / Inema

Tartaruga gigante ameaçada de extinção que encalhou em praia de Ilhéus é levada para Projeto Tamar

A tartaruga gigante que encalhou em uma praia do sul da Bahia, foi levada para a sede do Projeto Tamar, em Mata de São João, região metropolitana de Salvador. O animal da espécie Tartaruga-de-couro é uma fêmea adulta com cerca de 2 metros, e está ameaçado de extinção.

De acordo com o Projeto Tamar, a tartaruga foi transferida no sábado (24) durante trabalho conjunto do Inema com especialistas da ONG Coração de Tartaruga. Ela está em reabilitação e ainda não há previsão de retorno dela ao mar, por causa do quadro de saúde.

O animal já havia sido encontrado encalhado pela primeira vez no dia 15 de outubro, em ilhéus, debilitado e com uma das nadadeiras amputadas. Depois de tratada pelos ambientalistas, ela foi devolvida em uma praia onde o mar é mais calmo, sem ondas. 

Segundo os ambientalistas, tartarugas-de-couro conseguem sobreviver em vida livre mesmo com uma só nadadeira dianteira.

Foto: Divulgação / (A)mar
Foto: Divulgação / Projeto (A)-Mar

Boto-cinza é encontrado morto em praia de Ilhéus

Um boto-cinza foi encontrado morto em uma praia de Ilhéus, no sul da Bahia, na sexta-feira (23). De acordo com o projeto (A)-Mar, que monitora e trabalha na preservação dos animais marinhos na região, o animal morreu por afogamento após se enrolar em uma rede de espera, que é usada para pesca.

O boto era uma fêmea adulta, com cerca de 1,70 metro. Segundo especialistas do projeto (A)-Mar, esse foi o décimo boto encontrado morto na região este ano.

Imagem: Vídeo / CBMBA

Bombeiros resgatam jacaré no município de Paulo Afonso e soltam em manancial; confira o vídeo

Uma equipe do Corpo de Bombeiros da Bahia (CBMBA) foi acionada por moradores do bairro Fazenda Chesf, em Paulo Afonso, para a captura de um filhote de jacaré, na noite desta quinta-feira (22).  

Os agentes realizaram a soltura do animal em um manancial próximo do local da captura.

Foto: Divulgação / Fishermen and Friends of the Sea - FFOS

Navio corre risco de afundar na Venezuela e derramar no mar mais de 1 milhão de barris de petróleo

Um navio da estatal venezuelana de petróleo pode causar um desastre ambiental. O petroleiro Nabarima corre o risco de afundar com mais de 1 milhão de barris de óleo cru no Golfo de Paria, que separa a Venezuela de Trinidad e Tobago.  

A embarcação que é operada por uma joint venture entre PDVSA e a italiana Eni, está inclinada e emborcada em alto mar. Fotos foram tiradas na sexta-feira (16).

De acordo com a agência de notícias Reuters, outra embarcação foi enviada ao local. O plano da PDVSA é tirar parte do 1,3 milhão de barris de petróleo a bordo do Nabarima e passar para outro navio.

Em comunicado, a Marinha do Brasil afirmou que o petroleiro está a 1,3 mil quilômetros das águas brasileiras e a situação é acompanhada por um grupo que inclui o Ibama e a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).

A Marinha disse ainda que apesar da corrente marítima do local, seguir em direção ao Mar do Caribe, vai continuar monitorando “o comportamento das correntes marítimas e condições meteorológicas da região, além dos fatores de segurança da navegação, de forma a antecipar qualquer ação necessária”.

Grupos ambientalistas demonstraram preocupação com a situação. O secretário-executivo da pescadores e amigos do mar, em tradução livre (FFOS), Gary Aboud, divulgou as imagens do Nabarima em uma rede social e afirmou que, “com base nas fotos, parece que as correntes das âncoras estão esticadas e sob extrema pressão”.

“Se as correntes da âncora quebrarem ou a âncora mudar, o navio vai virar e derramar cerca de 1,4 milhão de barris no ecossistema. É necessária a instalação de um equipamento de contenção de derramamento ao redor da embarcação, em preparação para o pior”, afirmou Aboud.

Foto: Sec. de Meio Ambiente / Rio de Contas

Incêndio atinge área de vegetação na Chapada Diamantina

Um incêndio que começou no último fim de semana e se alastrou rapidamente, atingiu parte de uma área de vegetação do município de Rio de Contas, que fica na Chapada Diamantina, na Bahia. A área fica próxima do Pico do Itobira, um dos pontos turísticos da região.

A Secretaria do Meio Ambiente da cidade acionou brigadistas voluntários que tentaram controlar o fogo. Já na quarta-feira (26), ainda no município, perto do povoado Caiambola, os voluntários combateram as chamas numa linha de cerca de 2 km de fogo.  

Segundo a Secretaria, o tempo está mais propício para o aumento dos incêndios florestais, por causa da diminuição das chuvas.

Áreas importantes do ponto de vista hídrico e ecológico foram preservadas. A ação dos brigadistas evitou que os incêndios tomassem proporções maiores e consequências ao meio ambiente.